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    Síndrome de Osgood-Schlatter

    Síndrome de Osgood-Schlatter

    A Síndrome Osgood-Schlatter (também conhecida como Síndrome da tração do tubérculo tibial apofisário ou apofisite da tuberosidade tibial anterior) é uma irritação da cartilagem de crescimento pelo tracionamento excessivo do tendão patelar sobre a tuberosidade tibial anterior (TAT).

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    INCIDÊNCIA

    A condição ocorre tipicamente em idade ativa (dos 9 aos 16 anos de idade), coincidindo com o período do estirão do crescimento. Ocorre mais freqüentemente em meninos do que em meninas, com relatos de uma relação masculino-feminino variando entre 3:1 e tão alta como 7:1. Essa diferença pode estar relacionada tanto por uma maior participação dos meninos no esporte, quanto por maior força na execução dos mesmos.

    A condição geralmente causa limitação, provocada pelo stress do tendão patelar, que liga o músculo quadríceps na parte da frente da coxa para a tuberosidade tibial anterior, que ocorre na fase de “estirão de crescimento” do adolescente.
    O stress repetitivo provocado pela contração do quadríceps é transmitida através do tendão patelar para a tuberosidade da tíbia imaturo. Isso pode causar micro-fraturas por avulsão (arrancamento) associado a um processo inflamatório do tendão, levando ao crescimento ósseo em excesso na tuberosidade e produzindo uma protuberância visível que pode ser muito doloroso quando tocado e atividades, tais como ajoelhar.

    SINTOMAS

    Tipicamente, a síndrome desenvolve-se lentamente, com períodos de melhora e piora, alternando-se, sem trauma ou outra causa aparente, no entanto, alguns pacientes relatam história de trauma (contusão) desencadeando os sintomas.
    Apesar de pouco descrita na literatura, nota-se que a grande maioria destes adolescentes possui encurtamento (alongamento ruim) da musculatura posterior da coxa e perda de força do músculo quadríceps (anterior da coxa).

    joelho

    TRATAMENTO

    Usualmente, a lesão resolve-se espontaneamente ou com tratamento conservador (fisioterapia e fortalecimento muscular), com a redução da prática desportiva e uso de anti-inflamatórios. Alguns raros casos, porém, não respondem ao tratamento conservador e a cirurgia é necessária para aliviar a dor.

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